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4 de novembro de 2011

Leilão de compra e venda dia 16

Serão destinadas 3,5 mil toneladas de arroz para doação humanitária

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiza na quarta-feira, dia 16 de novembro, outro leilão de compra e venda simultânea de arroz. De acordo com o aviso 464/11, as 3,759 mil toneladas de arroz beneficiado (Longo-fino, Polido - Tipo2), a granel, ensacado e estufado em containeres, a serem negociadas, pertencem as safras 2006/07 e 2008/09.

3 de novembro de 2011

Arroz: alta do Indicador ultrapassa 4% em outubro

Os preços do arroz em casca seguiram firmes no mercado gaúcho na última semana de outubro, de acordo com levantamentos do Cepea. O Indicador do Arroz Esalq/Bolsa Brasileira de Mercadorias-BM&FBovespa (Rio Grande do Sul, 58 grãos inteiros) subiu 0,85% entre 24 e 31 de outubro, fechando a R$ 24,83/sc de 50 kg na segunda-feira, 31.
No mês, a alta foi de 4,42%. A sustentação continua vindo da retração de orizicultores. Parte dos produtores consultados pelo Cepea afirma que não tem necessidade em negociar neste momento e, assim, voltam as atenções ao plantio da nova safra. Do lado comprador, a indústria gaúcha concedeu ligeiros aumentos no valor da saca. As empresas demonstraram maior interesse de compra, mas mantiveram-se cautelosas, alegando dificuldade do repasse das altas do casca ao beneficiado.
Fonte: IRGA.

1 de novembro de 2011

Mudanças no Código Florestal precisam de apoio da Câmara, diz Jorge Viana

Relator na Comissão de Meio Ambiente, senador comentou as mudanças que pretende fazer no projeto

Ao comentar as mudanças que pretende fazer no projeto do novo Código Florestal, o relator na Comissão de Meio Ambiente, senador Jorge Viana (PT-AC), reiterou que será necessário um entendimento entre deputados e senadores para que as novas alterações sejam mantidas quando o texto retornar à Câmara. Ele fez a declaração nesta segunda, dia 31, durante audiência pública realizada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH).
– Temos de contar com o apoio e o envolvimento da maioria da Câmara, que terá a última palavra no Congresso – afirmou.
O senador Blairo Maggi (PR-MT) fez comentário semelhante.
– Se o Senado jogar fora o que a Câmara fez anteriormente e mandar para aquela Casa algo totalmente diferente, o projeto não vai passar – disse.
Blairo lembrou que também é necessário negociar com o governo, que pode sancionar ou vetar o texto. Mas, sobre isso, Jorge Viana ressaltou que tem havido diversos encontros com a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira.
Cidades
Jorge Viana assinalou que um dos itens que pretende alterar se refere às cidades. Ele frisou que, quando o Código Florestal em vigor foi instituído, em 1965, o Brasil ainda era um país rural, enquanto hoje é um país predominantemente urbano. Ao defender a atualização do código, ele reconheceu ser necessário lidar com questões como as áreas de risco e desastres naturais - em janeiro, a então senadora Marina Silva disse que o projeto discutido na Câmara institucionalizaria o risco de desastres naturais como o que aconteceu no Estado do Rio de Janeiro no início do ano.
Além disso, Jorge Viana destacou que seu relatório terá a participação do senador Luiz Henrique (PMDB-SC), relator da matéria em outras duas comissões, da mesma forma que ele participará do relatório de Luiz Henrique.
Fonte: Canal Rural.

31 de outubro de 2011

Brasil: plantio de soja 2011/12 atinge 41% da área estimada

Com sol e chuva na medida certa, produtores conseguiram avançar nos trabalhos nas lavouras e o plantio de soja do Brasil da safra 2011/12 atingiu 41% da área estimada de 25 milhões de hectares ao final da semana passada, informou nesta segunda-feira a AgRural.
De acordo com levantamento da consultoria, o índice do plantio avançou 15 pontos percentuais em relação à semana anterior.
"O tempo favorável na última semana ajudou os produtores de soja de boa parte do Brasil, com exceção da região Nordeste, onde choveu menos que o esperado", afirmou a consultoria em nota.
A safra do Brasil, segundo maior produtor e exportador de soja, está estimada pelo Ministério da Agricultura entre 72,18 milhões e 73,29 milhões de t.
O percentual plantado indica que os trabalhos estão adiantados em relação à temporada passada, quando somente 29% da área estava plantada. Em 2010/11, o plantio atrasou por conta da demora na chegada das chuvas no Centro-Oeste.
O índice de plantio também indica uma antecipação na semeadura em relação à média histórica. Para esta época, conforme dados dos últimos cinco anos da AgRural, o índice médio de plantio é de 27%.
"O destaque, mais uma vez, foi o ritmo forte do Centro-Oeste. De olho no plantio da safrinha de milho no início de 2012, os mato-grossenses voaram baixo com as plantadeiras de soja, fazendo o índice de semeadura passar dos 45% da semana anterior para 63 ao final da semana passada", apontou a consultoria.
Na mesma época do ano passado, o Mato Grosso (maior produtor nacional) havia plantado 33% da área.
Em Mato Grosso do Sul, o plantio avançou 21 pontos em uma semana, e 62% da área já foi coberta com sementes, contra 55% há um ano.
Em Goiás, apesar da falta de chuva em algumas áreas localizadas, o andamento também foi bom, com índice de 51% na média do Estado - um ano atrás, estava em 28%.
Sul e Nordeste
No Paraná, a diminuição das chuvas permitiu a retomada em ritmo acelerado da semeadura, que passou de 33% para 55% ao final da semana passada. No oeste do Estado, o plantio já está praticamente encerrado.
No Rio Grande do Sul, a intensificação da colheita do trigo vai abrindo espaço para o avanço do plantio da soja, que atingiu 10% da área, ante 14% na mesma época do ano passado.
No Nordeste, chuvas favoreceram o início dos trabalhos no Piauí e no Tocantins.
"Já no Maranhão e na Bahia, onde a semeadura também começou antes do previsto devido às boas precipitações do início de outubro, os produtores colocaram o pé no freio durante a semana, que foi mais seca."
Fonte: Terra.

28 de outubro de 2011

Ministério recebe pedidos dos produtores de arroz

O secretário-executivo do Ministério da Agricultura, José Carlos Vaz, que responde interinamente pela pasta, e o secretário de Política Agrícola, Caio Rocha, receberam representantes das entidades de arroz do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina nesta quarta-feira, 26 de outubro, em Brasília. O objetivo do encontro é debater os problemas estruturais do setor.
Fonte: Notícias Agrícolas.

27 de outubro de 2011

CÓDIGO FLORESTAL: Para Luiz Henrique, relatório corrige erros do passado

Relator do projeto de reforma do Código Florestal (PLC 30/2011) nas comissões de Agricultura (CRA) e de Ciência e tecnologia (CCT), o senador Luiz Henrique (PMDB-SC) apresentou nesta terça-feira (25/10) substitutivo do texto, em reunião conjunta das duas comissões

Pedido de Vista coletiva adiou a votação da matéria para o próximo dia 8. Os senadores terão até o dia 1º para apresentar emendas ao texto, conforme anunciado pelo presidente da CCT, senador Eduardo Braga (PMDB-AM).

26 de outubro de 2011

Produtores de arroz do RS adiam venda e preços seguem em alta

Indicador Esalq/BBM/BM&FBovespa para a saca de 50 quilos negociada no 
Rio Grande do Sul subiu 1,4% no período entre os 
dias 17 e 24 de outubro e alcançou R$ 24,62

A postura cautelosa dos produtores gaúchos de arroz, que continuam a optar por vender apenas em caso de necessidade de caixa nesse período de plantio da safra 2011/12, segue a oferecer sustentação aos preços do cereal no Estado, conforme o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (Cepea/Esalq).

25 de outubro de 2011

Céleres: agricultor de soja antecipa plantio por La Niña

Os produtores de soja do Sul do Brasil aceleraram os trabalhos de plantio da safra 2011/12 na última semana, com o objetivo de mitigar o risco de uma estiagem entre dezembro e janeiro em meio à preocupação com o fenômeno climático La Niña, informou a consultoria Céleres nesta segunda-feira.

24 de outubro de 2011

Outubro registra alta de 3,4% em 20 dias nos preços do arroz

Porto Alegre - Um cenário internacional de perdas produtivas nos Estados Unidos e na Tailândia, redução de área no Sul do Brasil e no Mercosul, por conta da deficiência hídrica e baixa rentabilidade, fortes exportações, mecanismos de apoio à comercialização à vontade e renegociação de dívidas, com flexibilização de garantias, está favorecendo uma aceleração na recuperação dos preços do arroz em casca no Rio Grande do Sul, com reflexos em outras praças. O ingresso no quarto final da entressafra, também gera um efeito “remunerador” para o mercado de arroz.